sábado, 28 de maio de 2011

O PNE 2011-2020

O PNE 2011-2020 é composto por 12 artigos e um anexo com 20 metas para a Educação. Na avaliação do ministro, o novo plano terá como foco a valorização do magistério. A qualidade da Educação é outro tema de relevo.

Conheça abaixo as metas para a Educação expostas no Plano:
Meta 1: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de Educação Infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos.
Meta 2: Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda população de 6 a 14 anos.
Meta 3: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até 2020, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%, nesta faixa etária.
Meta 4: Universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Meta 5: Alfabetizar todas as crianças até, no máximo, os oito anos de idade.
Meta 6: Oferecer Educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de Educação Básica.
Meta 7: Atingir as seguintes médias nacionais para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb):
Ideb
2011
2013
2015
2017
2019
2021
Anos iniciais do ensino fundamental
4,6
4,9
5,2
5,5
5,7
6,0
Anos finais do ensino fundamental
3,9
4,4
4,7
5,0
5,2
5,5
Ensino médio
3,7
3,9
4,3
4,7
5,0
5,2

Meta 8: Elevar a escolaridade média da população de 18 a 24 anos de modo a alcançar mínimo de 12 anos de estudo para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, bem como igualar a escolaridade média entre negros e não negros, com vistas à redução da desigualdade educacional.
Meta 9: Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional
Meta 10: Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de Educação de Jovens e Adultos na forma integrada à Educação profissional nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio.
Meta 11: Duplicar as matrículas da Educação Profissional Técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 12: Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 13: Elevar a qualidade da Educação Superior pela ampliação da atuação de mestres e doutores nas instituições de Educação Superior para 75%, no mínimo, do corpo docente em efetivo exercício, sendo, do total, 35% doutores.
Meta 14: Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu de modo a atingir a titulação anual de60 mil mestres e 25 mil doutores.
Meta 15: Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, que todos os professores da Educação Básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
Meta 16: Formar 50% dos professores da Educação Básica em nível de pós-graduação lato e stricto sensu, garantir a todos formação continuada em sua área de atuação.
Meta 17: Valorizar o magistério público da Educação Básica a fim de aproximar o rendimento médio do profissional do magistério com mais de onze anos de escolaridade do rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.
Meta 18: Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério em todos os sistemas de ensino.
Meta 19: Garantir, mediante lei específica aprovada no âmbito dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, a nomeação comissionada de diretores de escola vinculada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à participação da comunidade escolar.
Meta 20: Ampliar progressivamente o investimento público em Educação até atingir, no mínimo, o patamar de 7% do produto interno bruto do País.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Projeto Político Pedagógico

Desde a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), em 1996, toda escola precisa ter um projeto político pedagógico (o PPP, ou simplesmente projeto pedagógico). Esse documento deve explicitar as características que gestores, professores, funcionários, pais e alunos pretendem construir na unidade e qual formação querem para quem ali estuda. Tudo preto no branco. Elaborar um plano pode ajudar a equipe escolar e a comunidade a enxergar como transformar sua realidade cotidiana em algo melhor. A outra possibilidade - que costuma ser bem mais comum do que o desejado - é que sua elaboração não signifique nada além de um papel guardado na gaveta.

Se bem formatado, porém, o próprio processo de construção do documento gera mudanças no modo de agir. Quando todos enxergam de forma clara qual é o foco de trabalho da instituição e participam de seu processo de determinação, viram verdadeiros parceiros da gestão. O processo de elaboração e implantação do projeto pedagógico é complexo e dúvidas sempre aparecem no caminho. A seguir, respondemos às oito perguntas mais comuns nesse percurso. Nos dois quadros, você encontra exemplos de unidades em que seu desenvolvimento representou um salto de qualidade. Assim, fica mais fácil checar como andam seus conhecimentos sobre o assunto e rever o projeto pedagógico de sua escola.

Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/questoes-essenciais-projeto-pedagogico-427805.shtml

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Escola: desafios à vista

O resgate do valor social da escola passa pela recuperação de sua cidadania no espaço público, por sua inter-relação com outras instituições sociais e pela profissionalização docente.

Ao longo da história, já houve quem pedisse uma sociedade sem escola, mas, na atualidade, parece que temos escolas sem sociedade. Explico. Da década de 1970 para cá tem havido entre nós uma potencialização significativa do mercado e uma diminuição imensa da presença do Estado em todas as esferas da vida civil. Esse fenômeno vem acarretando a despublicização da coisa pública e a conseqüente privatização da vida.
Ora, a escola não escapa desse processo. Pesquisas abalizadas indicam um crescimento vertiginoso da oferta privada de vagas em nosso sistema escolar, em todas os níveis, o que assinala uma expansão grandiosa, nem sempre acompanhada por um aparelhamento de qualidade material e humana de nossos estabelecimentos de ensino. Situada no âmbito do mercado, a escola perde o seu referencial de coisa pública e de bem comum, socialmente produzido e que também deve ser coletivamente desfrutado.
Não é sem razão que a escola passou a ser vista como empresa, o estudante veio a ser compreendido como cliente e os profissionais da educação foram trazidos à equiparação a quaisquer outros trabalhadores da iniciativa privada. O mote “O aluno está pagando, ele tem direito” evidencia essa operação que se encerra na ênfase ao mercado e na desfocalização da educação como bem de cidadania. Direitos de cidadania implicam valorização do bem comum, da coisa pública; direitos cuja gênese está no ato de pagar levam ao individualismo e à não valorização da convivialidade em processos de sociabilidade, os quais têm como coração os processos educacionais.
Diante do exposto, o desafio apresentado a nós, profissionais da educação, e à sociedade é o de resgatarmos a cidadania da escola como uma instituição pública. A iniciativa privada, livre para prestar serviços educacionais, deveria compreender a educação como uma concessão que a sociedade lhe faz por meio do Estado, mas que ela, educação escolar, não pode e não deve ser tratada como as demais mercadorias. Isso implica menos ênfase no mercado educacional e mais destaque para a escola como instituição social.
A par do resgate da cidadania da escola no espaço público, outro desafio que ela tem de enfrentar é o que diz respeito à inter-relação da escola com a ampla rede de instituições sociais que a circunda. Relacionar-se apenas com empresas não nos parece saudável, uma vez que ao lado das organizações privadas existem as igrejas, os sindicatos, a família, os diversos órgãos estatais, entre tantos outros que poderíamos lembrar aqui. Se a escola vir a si mesma como uma instituição social e se articular-se com outras instituições sociais, então ela terá o que oferecer e receber das esferas econômica, política e cultural de nossa sociedade. Essa inter-relação poderá acarretar ganhos que potencializem a emancipação da sociedade brasileira, e não a sua subjugação ao mercado voraz e individualizante que parece prevalecer em nossos dias. É o caso de ver a escola menos como empresa entre empresas e mais como instituição social entre instituições sociais.
Por fim, resta à escola implementar programas socialmente referenciados no sentido de viabilizar a profissionalização do magistério. Aí, valem a autonomia funcional, a auto-regulação e o monopólio na prestação dos serviços educacionais. Sem que os professores sejam concebidos como profissionais, fica difícil empreender uma educação emancipatória e que nos encaminhe rumo à consolidação de uma sociedade verdadeiramente cidadã, assentada em mecanismos sociais que garantam mais liberdade, mais justiça, mais igualdade e mais humanidade a todos que fazemos e sofremos a educação.
Em síntese: a escola precisa ter referencial público, estar institucionalmente articulada e ser conduzida por profissionais realmente comprometidos com os destinos da nação brasileira rumo ao desenvolvimento humano, científico, filosófico, tecnológico e cultural, com vistas para o alcance da soberania nacional.
Por Wilson Correia
Mestre em Educação
Colunista Brasil Escola
Fonte: http://www.brasilescola.com/educacao/escola-desafios-vista.htm

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Tecnologia em Sala de Aula

Hoje verificamos a existência de vários recursos tecnológicos presentes nas escolas, será que toda essa tecnologia (computador, data-show, telão, dvd player, mesas de audio, quadro digital interativo, dentre outros...) auxilia ou complica a vida dos docentes?
Na verdade sabemos que os alunos estão ávidos por novidades e por diversificações metodológicas para mantê-los "ligados" nos temas das aulas, porém percebemos que os professores sentem certa dificuldade no manuseio de alguns ou vários destes equipamentos, necessitando de capacitações ou oficinas para tal.
Cabe às escolas trazerem novas oficinas e aos docentes buscarem conhecimento e domínio para correta utilização de recursos tecnológicos inovadores em sala de aula, melhorando e diversificando as metodologias escolhidas para que os resultados atingidos culminem com maior atenção e dedicação dos discentes no decorrer das aulas ministradas.
Conhecimento, estudo e criatividade devem ser práticas constantes dos docentes!

Profa. Msd. Gláucia Kaneko

sábado, 20 de novembro de 2010

Movimentar o corpo pode prevenir dor nas costas

Fonte: Segs.com.br

Especialista em reabilitação postural reforça os benefícios do alongamento antes das atividades físicas e os cuidados preventivos com a saúde antes de entrar em forma. Estilo de vida inadequado pode ser muito prejudicial também à coluna

Muitas academias sofrem um aumento considerável no número de suas matrículas justamente nos meses que antecedem o verão. Em busca do corpo – quase – perfeito, muitos jovens buscam preparo e condicionamento físico, além de corpo escultural para atrair olhares nos meses mais quentes do ano. Entretanto, o overtraining - treino excessivo - pode render muitos problemas para a saúde do indivíduo, entre eles, um velho conhecido de todos: as dores nas costas.

As dores nas costas são consideradas o grande mal do século, já que segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) 80% das pessoas sofrem ou sofrerão do problema em algum momento de suas vidas.

Para a doutora Jacqueline Bertagna do Nascimento, coordenadora do serviço de fisioterapia e reabilitação postural do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral, “na maioria dos casos, as dores não são constantes e tendem a desaparecer em até três semanas. Contudo, se a pessoa não procurar um profissional plenamente capacitado que lhe dê as orientações necessárias, as dores acabarão recorrentes e, além disso, farão com que o atleta abandone a atividade física que estava praticando”.

Estilo de vida também prejudica saúde

Com a vida moderna, o ser humano passou a adotar hábitos que o obriga e o condiciona a executar grande parte de suas atividades sentado. Além disso, o estilo de vida sedentário, em que adultos e crianças estão presos às telas (de computador, de vídeo-games, de televisão), favorecem o surgimento dos problemas relacionados à má postura.

Doutora Jacqueline salienta que “as condições de vida artificiais que nos são impostas, aliadas à falta das práticas esportivas regulares e práticas profissionais repetitivas fazem com que as retrações musculares, a redução da mobilidade articular e as compensações se instalem e levem aos primeiros sinais dolorosos”.

Alongar sempre

É comprovado que o alongamento – feito da forma correta – evitará eventuais problemas nas costas e em diversas regiões do corpo humano. Entretanto, esta prática não faz parte da rotina de muitos atletas, que preferem ir direto para seus treinos, sem antes fazer os procedimentos adequados. A especialista afirma que “esta prática é um meio para melhorar a nossa percepção corporal, evitar lesões no decorrer das práticas esportivas, preparando a musculatura e facilitando a mobilidade articular, além de ser muito importante para aqueles que já sofrem de dores nas costas”.

“Além de trazer sensação de bem-estar, pois liberamos as famosas endorfinas, e conferir maior flexibilidade às articulações da coluna e do corpo em geral, com os alongamentos desenvolvemos melhor a consciência corporal e percebemos musculaturas mais retraídas. Com isso ainda será possível otimizarmos a nossa respiração, pois o ritmo irá se adaptar aos exercícios propostos. É uma atividade tranquila e relaxante para os músculos e para a mente”, conclui a especialista.

Saiba mais: Doutora Jacqueline Bertagna do Nascimento é coordenadora do serviço de fisioterapia e reabilitação postural do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral - http://www.institutopaulistano.com/

Maiores informações: http://www.educacaofisica.com.br/noticias_mostrar.asp?id=10039

Boas Vindas!!

Informativo

Em breve estaremos postando temas das áreas de Educação e Saúde para compartilhar idéias, conhecimento e EVENTOS da LOG Educação. Sejam todos bem-vindos e obrigada por acessar!!

Abraço Fraterno,
Profa. Gláucia Kaneko